sexta-feira, 20 de julho de 2012
Assim de repente #2
Dicotomias ou talvez não:
Quem me dera ganhar o Euromilhões. Só tenho pena de não se poder comprar tempo...
Estou farta de fazer dieta e ver poucos resultados. As saudades que tenho de um folhado de Chaves...
Vou dedicar um dia só a mim própria. E resistir à tentação de me sentir culpada...
Fazes coisas que me dão raiva. Não imagino a minha vida sem ti...
Vou escrever um post todos dias. Se for uma coisa mesmo parva se calhar não escrevo...
Não sei o que faço para o jantar. Lá está, o Euromilhões é que era...
Tenho mais cabelos brancos do que pensava. E incomoda-me menos do que supunha...
...to be continued
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Assim de repente #1
...Sei lá...o hoje é o prenúncio de todos os fins e princípios que se imaginam...
quinta-feira, 5 de julho de 2012
...
A falta de inspiração para escrever aqui tem sido tema sobre o qual tenho reflectido. Existe uma razão óbvia que me assenta como quase única - não há 'amor' como o primeiro. Neste caso o primeiro blog. Este é uma 2ª tentativa, mas falta-lhe aqui a inconsciência e tontura da paixão, do vómito aberto de emoção, da escrita desenfreada do poema, da inconsequência da exposição da memória dos afectos.
O primeiro era um voar livre de efeitos duvidosos, em que a inocência e leviandade lhe baptizou o fim anunciado. Quem diz o que quer...
Escrevi numa contra-capa que 'quem me matar as palavras está a despir-me de sonhos'.
Li recentemente num blog que me entretém, uma alusão à dor enquando motor de busca e bandeira de ser. Assumo parte dessa verdade. Quando sou infeliz escrevo mais. Infeliz, leia-se de coração vazio. É verdade. Sou mesmo assim.
Ora para quem gosta de escrever isto reveste-se de estranheza. Não quero ser 'infeliz' assim como se de condimento essencial se tratasse para produzir umas linhas. Quero aprender a felicidade nas palavras da ausência dos vazios. Não sei se sou mais egocêntrica quando estou ôca e por isso mais inspirada. O que sei é que este caminho não é fácil. É quase como se tivesse uma mordaça nos dedos e nos solfejos que lanço assim, directos, sem grande elaboração mental. Mental...se calhar é isto mesmo. Escrever com a cabeça não é o mesmo que escrever com o coração. Obrigado cabeça, porque me teres feito sentir esta verdade.
O primeiro era um voar livre de efeitos duvidosos, em que a inocência e leviandade lhe baptizou o fim anunciado. Quem diz o que quer...
Escrevi numa contra-capa que 'quem me matar as palavras está a despir-me de sonhos'.
Li recentemente num blog que me entretém, uma alusão à dor enquando motor de busca e bandeira de ser. Assumo parte dessa verdade. Quando sou infeliz escrevo mais. Infeliz, leia-se de coração vazio. É verdade. Sou mesmo assim.
Ora para quem gosta de escrever isto reveste-se de estranheza. Não quero ser 'infeliz' assim como se de condimento essencial se tratasse para produzir umas linhas. Quero aprender a felicidade nas palavras da ausência dos vazios. Não sei se sou mais egocêntrica quando estou ôca e por isso mais inspirada. O que sei é que este caminho não é fácil. É quase como se tivesse uma mordaça nos dedos e nos solfejos que lanço assim, directos, sem grande elaboração mental. Mental...se calhar é isto mesmo. Escrever com a cabeça não é o mesmo que escrever com o coração. Obrigado cabeça, porque me teres feito sentir esta verdade.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Não há nada como #2
Esperar ansiosa por ler-te como de costume com os olhos piscando, devorando palavras, desejando secretamente encontrar o cemitério dos livros esquecidos e perder-me por lá...
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Decididamente...
...ainda não me decidi. Não sei se me evervam mais os blogs que se inspiram em futilidades e acham que são famosos (e são, o pior é que são) ou se aqueles que querem ser famosos porque se inspiram em falar mal dos blogs de futilidades.
Assisto todos os dias, porque ando numa pesquisa assídua, a um quase deboche, há sempre alguém que tem que dizer mal do que alguém escreveu (mesmo sendo de facto chachada atrás de chacahda).
Mas que falta de inspiração, que prova patética de escrita.
Ou será que eu ando a ver mal o filme?
Sim, há gente muito fútil e convencida, que as/os há.
Mas falar mal e cultivar anuência à má língua alivia?
Estou para aqui a pensar que se merecem, por inteiro!
Na realidade não é fácil manter um blog que se espera lido sem apelar a todos os sentimentos. E convenhamos que esta raça humana é do mais fútil e mesquinha possível.
Ora vamos lá tentar ser criativos malta, toca a desafiar as pessoas a evoluir, a ter melhores ideais e corações hum?
E isso sim, não será para todos...
Então que tal...não? pois, já calculava.
Ide-vos catar sim?
Assisto todos os dias, porque ando numa pesquisa assídua, a um quase deboche, há sempre alguém que tem que dizer mal do que alguém escreveu (mesmo sendo de facto chachada atrás de chacahda).
Mas que falta de inspiração, que prova patética de escrita.
Ou será que eu ando a ver mal o filme?
Sim, há gente muito fútil e convencida, que as/os há.
Mas falar mal e cultivar anuência à má língua alivia?
Estou para aqui a pensar que se merecem, por inteiro!
Na realidade não é fácil manter um blog que se espera lido sem apelar a todos os sentimentos. E convenhamos que esta raça humana é do mais fútil e mesquinha possível.
Ora vamos lá tentar ser criativos malta, toca a desafiar as pessoas a evoluir, a ter melhores ideais e corações hum?
E isso sim, não será para todos...
Então que tal...não? pois, já calculava.
Ide-vos catar sim?
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Assim ou assado
Tenho olhado para este espaço e pensado que tenho que escrever alguma coisa.
O problema é que eu nunca sei muito bem escrever 'qualquer coisa'. Força do hábito.
Hesito...
O problema é que eu nunca sei muito bem escrever 'qualquer coisa'. Força do hábito.
Hesito...
segunda-feira, 28 de maio de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
As Rotinas e os Dilemas
Passamos a vida a queixar-nos das rotinas . Maldizemos o despertador da manhã, o trânsito para o trabalho, a conversa fiada do chefe, a ironia dos colegas, a falta de sorrisos da senhora do café, a ausência de cortesia ou o excesso da mesma. A verdade é que se não fosse a rotina certamente que a nossa vida era uma autêntica parafernália de desordens a todos os níveis e poucas cabeças e corações se aguentariam sem a linha orientadora da rotina que por mais chata que pareça, confere coragem para enfrenter a incontornável passagem do tempo.
Contudo, porque a cadência tamém entontece e inovar é uma forma de equilíbrio, chegamos aos dilemas.
Não basta sabermos o que nos cansa, é necessário escolher outra via. Há escolhas simples, como mudar nem que seja em 200 metros o caminho que fazemos entre tarefas do dia.
Há escolha dificeis, sobretudo quando se trata de escolher entre o que se tem e o que se imagina.
A lucidez devia ser sempre uma aliada e não uma miragem.
Talez o segredo para alguma paz de espírito seja saber viver com esta dicotomia...Talvez.
Contudo, porque a cadência tamém entontece e inovar é uma forma de equilíbrio, chegamos aos dilemas.
Não basta sabermos o que nos cansa, é necessário escolher outra via. Há escolhas simples, como mudar nem que seja em 200 metros o caminho que fazemos entre tarefas do dia.
Há escolha dificeis, sobretudo quando se trata de escolher entre o que se tem e o que se imagina.
A lucidez devia ser sempre uma aliada e não uma miragem.
Talez o segredo para alguma paz de espírito seja saber viver com esta dicotomia...Talvez.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
A blogosfera
A blogosfera é um espaço que me fascina e enerva proporcionalmente. Gosto de escrever, sempre gostei e já tive uma outra personagem neste mundo, que de tal forma exposta e pouco estruturada foi violada abruptamente e calaram-na em definitivo. Salvaram-se as palavras passadas a papel, mas isso agora não vem ao caso.
Regresso agora como participante, enquanto nos últimos tempos tenho sido apenas espectadora e feito incursões por diversos estilos de blogs. Agora até já há bloggers profissionais, imagine-se, profissão gira diga-se, estar o dia inteiro a blogar ou seja a pregar aos peixes. Socialmente parece-me que continuamos com uma grande necessidade de que nos digam o que fazer, o que comer, o que vestir, que medidas ter...andamos cada vez mais (assumidadmente) perdidos.
No universo de 'escritores' e 'postadores' tenho encontrado fantásticos exemplos de coerência, bom portugês e bom gosto. O contrário também é verdade. Há muita gente fútil, mesquinha, invejosa que 'bloga' sobre isso descaradamente, abertamente...Enfim, nada é perfeito.
E como já não tenho ilusões que sou assim tão diferente da maioria e porque gosto de pertencer de alguma forma, assumo-me ovelha, mas de lã cor de rosa que é para tentar variar.
Regresso agora como participante, enquanto nos últimos tempos tenho sido apenas espectadora e feito incursões por diversos estilos de blogs. Agora até já há bloggers profissionais, imagine-se, profissão gira diga-se, estar o dia inteiro a blogar ou seja a pregar aos peixes. Socialmente parece-me que continuamos com uma grande necessidade de que nos digam o que fazer, o que comer, o que vestir, que medidas ter...andamos cada vez mais (assumidadmente) perdidos.
No universo de 'escritores' e 'postadores' tenho encontrado fantásticos exemplos de coerência, bom portugês e bom gosto. O contrário também é verdade. Há muita gente fútil, mesquinha, invejosa que 'bloga' sobre isso descaradamente, abertamente...Enfim, nada é perfeito.
E como já não tenho ilusões que sou assim tão diferente da maioria e porque gosto de pertencer de alguma forma, assumo-me ovelha, mas de lã cor de rosa que é para tentar variar.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
...
Eis a reinvenção do verbo. aqui é o meu espaço, o meu alter-ego (in)definido onde a cor do dia depende do meu estado de espírito. serás convidado. serás excluído. respeita o meu silêncio e a minha palavra. sem ti eu não existiria da mesma forma porque afinal a vida é um conjunto de linhas cruzadas.
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